Renato Janine Ribeiro, professor de ética e filosofia política na USP, escreveu em sua coluna semanal (seg/15), no Valor , o excelente artigo A internet não é tão democrática:
“Em suma, o que falta para a internet ser o tão almejado espaço de criação democrática de ideias e projetos? Primeiro, o respeito ao outro. Segundo, uma argumentação racional. Não basta reagir com o fígado. Talvez, terceiro, seja preciso tempo: ler com atenção, refletir, só depois postar. A internet favorece a imediatez. Isso não ajuda a amadurecer o pensamento. Mas ela continua sendo uma arma poderosa, notável. Só que é preciso melhorá-la, e muito.”
O texto completo do prof. Renato Janine Ribeiro pode ser lido no blog do Luis Nassif.
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15.8.11
28.6.11
#MegaNão ao #AI-5Digital
“AI-5 digital” - Projeto de Lei de Eduardo Azeredo (PSDB-MG) volta a tramitar na Câmara dos Deputados
Batizado pelos críticos de “AI5 Digital”, o relatório do projeto está na pauta de votação da Comissão de Ciência e Tecnologia da da Câmara dos Deputados, nesta quarta-feira (29). E, caso seja aprovado, segue para a Comissão de Constituição e Justiça, última etapa antes de ser apreciado pelo plenário. O texto que vai ser votado é relatado pelo deputado Eduardo Azeredo (PSDB), que também foi o responsável por sua análise e aprovação no Senado em 2008. Como foi modificado nessa votação, o projeto foi enviado à Câmara em 2009 (onde começou a tramitar originalmente em 1999, por iniciativa do ex-deputado Luiz Piauhylino) mas não andou. Depois de ficar parado em virtude de consulta pública para o Marco Civil da Internet, em 2009. O projeto foi apelidado de “AI-5 Digital” por críticos das medidas, defensores de liberdade na rede, incluindo o direito de compartilhar arquivos. Conferir: Rede Brasil Atual
Marco Civil da Internet
Ativistas digitais defendem que antes legislar sobre crimes na internet, o Congresso Nacional deve elaborar um marco regulatório dos direitos civis, que já foi objeto de consulta pública e está no Ministério da Justiça.
O Ativista do software livre no Brasil, Marcelo Branco, ex-coordenador do Campus Party Brasil, um dos principais eventos de tecnologia do país, critica a votação do projeto dos crimes cibernéticos, antes mesmo da aprovação pelo Congresso do marco civil regulatório da internet. “Acredito que devemos discutir penalizações, mas só depois de termos bem claros os direitos e responsabilidades de provedores e usuários”, disse ao iG.
Desde 2009, o Ministério da Justiça elabora o anteprojeto do marco civil da internet. As consultas públicas e audiências sobre o assunto já foram encerradas e, desde o início do ano, o Congresso Nacional aguarda o envio do texto para análise dos parlamentares. “Votar a tipificação dos crimes cibernéticos antes de votar o marco civil da internet é passar a carreta na frente dos bois. Por questão de bom senso, de lógica, o mais certo é primeiro votar a legislação civil sobre a internet e depois a penal”, disse Marcelo Branco ao Estado de Minas
Ativismo
Internautas críticos do PL de Eduardo Azeredo retomaram as campanhas nas redes sociais.
Continua-se a colher assinaturas para petição online pelo veto ao projeto de cibercrimes e em defesa da liberdade e do progresso do conhecimento na Internet brasileira. Assine!
Tweetaço: participe, via twitter usando as expressões #MegaNão ao #AI-5Digital
Acesse o O Diario #meganao ao #AI5digital
Por entender, concordar, que precisamos primeiro de um marco civil acerca dos direitos e responsabilidades na internet brasileira – para depois, sim, discutirmos democraticamente questões criminais –; e, inclusive, por defender o direito ao livre conhecimento na internet, eu já assinei essa petição e estou tweetando #MegaNao ao #AI5digital!
Batizado pelos críticos de “AI5 Digital”, o relatório do projeto está na pauta de votação da Comissão de Ciência e Tecnologia da da Câmara dos Deputados, nesta quarta-feira (29). E, caso seja aprovado, segue para a Comissão de Constituição e Justiça, última etapa antes de ser apreciado pelo plenário. O texto que vai ser votado é relatado pelo deputado Eduardo Azeredo (PSDB), que também foi o responsável por sua análise e aprovação no Senado em 2008. Como foi modificado nessa votação, o projeto foi enviado à Câmara em 2009 (onde começou a tramitar originalmente em 1999, por iniciativa do ex-deputado Luiz Piauhylino) mas não andou. Depois de ficar parado em virtude de consulta pública para o Marco Civil da Internet, em 2009. O projeto foi apelidado de “AI-5 Digital” por críticos das medidas, defensores de liberdade na rede, incluindo o direito de compartilhar arquivos. Conferir: Rede Brasil Atual
Marco Civil da Internet
Ativistas digitais defendem que antes legislar sobre crimes na internet, o Congresso Nacional deve elaborar um marco regulatório dos direitos civis, que já foi objeto de consulta pública e está no Ministério da Justiça.
O Ativista do software livre no Brasil, Marcelo Branco, ex-coordenador do Campus Party Brasil, um dos principais eventos de tecnologia do país, critica a votação do projeto dos crimes cibernéticos, antes mesmo da aprovação pelo Congresso do marco civil regulatório da internet. “Acredito que devemos discutir penalizações, mas só depois de termos bem claros os direitos e responsabilidades de provedores e usuários”, disse ao iG.
Desde 2009, o Ministério da Justiça elabora o anteprojeto do marco civil da internet. As consultas públicas e audiências sobre o assunto já foram encerradas e, desde o início do ano, o Congresso Nacional aguarda o envio do texto para análise dos parlamentares. “Votar a tipificação dos crimes cibernéticos antes de votar o marco civil da internet é passar a carreta na frente dos bois. Por questão de bom senso, de lógica, o mais certo é primeiro votar a legislação civil sobre a internet e depois a penal”, disse Marcelo Branco ao Estado de Minas
Ativismo
Internautas críticos do PL de Eduardo Azeredo retomaram as campanhas nas redes sociais.
Continua-se a colher assinaturas para petição online pelo veto ao projeto de cibercrimes e em defesa da liberdade e do progresso do conhecimento na Internet brasileira. Assine!
Tweetaço: participe, via twitter usando as expressões #MegaNão ao #AI-5Digital
Acesse o O Diario #meganao ao #AI5digital
Por entender, concordar, que precisamos primeiro de um marco civil acerca dos direitos e responsabilidades na internet brasileira – para depois, sim, discutirmos democraticamente questões criminais –; e, inclusive, por defender o direito ao livre conhecimento na internet, eu já assinei essa petição e estou tweetando #MegaNao ao #AI5digital!
21.6.11
Banda Larga é um direito seu!
Por uma internet rápida, barata e de qualidade para todos, surgiu a campanha “Banda Larga é um direito seu!”. A manifestação nasceu de diálogos sobre a necessidade de se ter os serviços de banda larga prestados em regime público - o que depende apenas de um decreto da presidente da república, sem a necessidade de lei específica.
A campanha reúne diversas entidades, como o Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec), o Intervozes - Coletivo Brasil de Comunicação Social, o Centro de Estudos da Mídia Alternativa Barão de itararé, a ONG Viração, o Coletivo Digital, o Instituto Bem Estar Brasil e outras, além de vários Cineclubes e adesões individuais.
A articulação começou ainda em 2010, antes do Plano Nacional de Banda Larga (PNBL) ser estabelecido, quando se tinha apenas notícias de que um programa dessa natureza seria organizado. Atualmente, a campanha está voltada para dois pontos principais: o fechamento do Plano de Metas de Universalização (PGMU) III e o projeto de lei que altera o regulamento do Fundo de Universalização dos Serviços de Telecomunicações (Fust).
Leia mais em Observatório do Direito à Comunicação
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A partir deste 21-jun, com um “tuitaço”: “#MinhaInternetCaiu... caiu na mão das teles” e várias outras frases de efeito com a hashtags: #MinhaInternetCaiu, tem-se a intenção de mobilizar todo o país quanto aos objetivos da campanha e, também, acionar o Ministro das Comunicações, @Paulo_Bernardo, sobre a intenção de se discutir publicamente as questões do PNBL.
Acesse! Participe!
10.5.10
Sul 21
Preparem-se homens e mulheres de pouca fé.
Acharam que estavam condenados a contemplar o choque da uva?
Sem nenhum outro mundo possível?
Seus problemas acabaram.
Vem aí o Sul 21.
Vem aí o Sul 21.
O novo espaço da comunicação do Rio Grande do Sul.
Da política com P maiúsculo.
Já está no ar o jornal virtual Sul 21 http://www.sul21.com.br/
O Sul 21 conta em sua equipe com profissionais excelentes como: os jornalistas/repórteres especiais, Marco Aurélio Weissheimer e Elmar Bones, o fotografo, Eduardo Seidl, e a editora é a Vera Spolidoro, jornalista que também manterá uma coluna diária de política no portal.
Marco Weissheimer, em seu RS Urgente, antecipou algumas das novidades: “O novo veículo de comunicação nasce com várias características inéditas. As edições diárias entrarão na rede sempre às seis da manhã com uma matéria especial que será tema de debate ao longo do dia. As imagens (foto e vídeo) e o humor terão um lugar de destaque, como todos poderão constatar. O mesmo vale para a colaboração. Alguns dos principais blogueiros do RS farão parte da equipe do Sul 21 que contará também com a participação de leitores e de colunistas convidados.
Os conceitos básicos que orientarão a linha editorial e o posicionamento do Sul 21 são os seguintes: foco predominante em temas políticos (entendendo a Política aí com “P” maiúsculo); qualidade da informação; busca de rigor na análise; postura crítica frente às desigualdades; permanente busca de diálogo, pluralidade e interatividade. O Sul 21 será um veículo de comunicação baseado em novas mídias colaborativas da Internet 2.0. O foco do jornal será a discussão sobre questões relevantes para o desenvolvimento da sociedade no Século 21, especialmente política e cultura, através de um olhar crítico em relação aos significados trabalhados pela mídia tradicional. Disputará qualidade e referência política, a partir de uma abordagem com humor, inteligência e colaboração.”Vida longa ao Sul 21!
9.3.10
Outras Mídias...
Aprendi com o tempo que é preciso mais que medicamento e chá para suportar ou evitar náuseas/enjoos causados por aquela mídia-tradicional-corporativa-monopolista-manipuladora... (arghhh!) Para resistir ou fugir dessa repugnância..., faço uso continuado de outras mídias...
E, como algumas dessas são acessíveis na internet, sem contra-indicações, recomendo/reforço as seguintes:
Agencia Latinoamericana de Información - ALAI.
Agência de Informação Frei Tito para América Latina - Adital.
Agência Carta Maior.
Minga Informativa de Movimentos Sociais.
Brasil de Fato.
Correio da Cidadania.
CMI - Brasil.
Intervozes.
Fazendo Media.
NovaE.
Envolverde - Revista de Meio Ambiente e Desenvolvimento.
Revista IHU Online.
Revista Caros Amigos.
Revista CartaCapital.
Revista Fórum.
Revista Sin Permiso.
Essas, juntamente com alguns bons blogs, apresentam uma excelente dose alternativa... – o estomago, o corpo e a mente agradecem!
É isso, valeu!
E, como algumas dessas são acessíveis na internet, sem contra-indicações, recomendo/reforço as seguintes:
Agencia Latinoamericana de Información - ALAI.
Agência de Informação Frei Tito para América Latina - Adital.
Agência Carta Maior.
Minga Informativa de Movimentos Sociais.
Brasil de Fato.
Correio da Cidadania.
CMI - Brasil.
Intervozes.
Fazendo Media.
NovaE.
Envolverde - Revista de Meio Ambiente e Desenvolvimento.
Revista IHU Online.
Revista Caros Amigos.
Revista CartaCapital.
Revista Fórum.
Revista Sin Permiso.
Essas, juntamente com alguns bons blogs, apresentam uma excelente dose alternativa... – o estomago, o corpo e a mente agradecem!
É isso, valeu!
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